Brasil mira políticas públicas para mercado de dispositivos conectados à internet

“A internet das coisas poderá induzir à criação de uma nova economia, é uma ruptura tecnológica que vai possibilitar o surgimento de muitas empresas e potenciais novos serviços. Essa é uma hora propícia para uma mobilização sobre o tema, que deve envolver setor público e privado, universidades e escolas”, destaca a sócia-líder da Deloitte para o setor de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia, Marcia Ogawa. A se considerar as pesquisas mais recentes sobre o tema, os próximos anos serão cruciais para que o país se insira nesse mercado de alcance mundial. “Políticas públicas podem acelerar esse processo em vários aspectos, seja reduzindo impostos para a fabricação de sensores, estimulando prefeituras a inserir soluções de cidades inteligentes em licitações ou garantindo que haja a cobertura necessária para conectar os dispositivos”, avalia Renato Carneiro, presidente da 2S, empresa de tecnologia para o mercado corporativo que já oferece soluções em IoT.